O atacante colombiano Edwuin Cetré, que há pouco tempo esteve no centro das atenções do mercado da bola, decidiu não fechar um acordo com o Nacional, do Uruguai. Ele estava prestes a se juntar ao time por empréstimo, mas, no último momento, optou por não seguir em frente. Essa situação se complicou ainda mais quando o vice-presidente do clube uruguaio, Flavio Perchman, se referiu a Cetré usando o termo “morocho”, o que gerou reações negativas nas redes sociais e até acusações de racismo.
A transferência parecia estar bem encaminhada. Cetré seria emprestado por um ano e meio, com o Nacional pagando cerca de 320 mil dólares e ainda tendo a opção de comprar 100% dos direitos do jogador. Mas, conforme a negociação avançava, o atacante decidiu que não queria ir para o Uruguai. Essa desistência deixou muitos surpresos, especialmente considerando que ele estava tão próximo de se juntar ao clube.
Cetré, que já foi alvo de negociações frustradas neste ano, também tentou um contrato com o Athletico, mas não deu certo por causa de problemas nos exames médicos. Ele chegou a passar pelo CT do Caju, onde os médicos encontraram questões relacionadas ao coração e um problema antigo no joelho. O Athletico estava disposto a pagar 6 milhões de dólares, um valor que o tornaria a contratação mais cara da história do clube, mas, com os exames reprovados, tudo foi por água abaixo.
Além disso, Cetré também quase se juntou ao Boca Juniors, mas novamente os exames médicos foram um obstáculo. O clube argentino identificou uma lesão antiga no joelho, e a negociação não avançou. O Athletico tentou mais uma vez, mudando a proposta para comprar uma parte dos direitos do jogador, mas o negócio não foi adiante.
Agora, Cetré permanece no Estudiantes, onde as coisas não estão indo muito bem. Em 2026, ele disputou 26 partidas, mas não conseguiu marcar nenhum gol e só fez duas assistências. É um momento difícil para o atleta, que está lidando com as consequências dessas negociações frustradas e a pressão de ter que se destacar em campo.