Jadson, o volante do Athletico, teve um sábado complicado. No empate contra o Vitória, ele recebeu o terceiro cartão amarelo e, por isso, não vai poder jogar na próxima rodada do Brasileirão, que será contra o Grêmio, fora de casa. Isso abre uma oportunidade para outro jogador, o colombiano Juan Portilla, tentar mostrar que ainda pode justificar o investimento que o clube fez nele.
Portilla chegou ao Athletico no início da temporada com um peso nas costas: custou R$ 13,9 milhões. Ele era uma grande promessa, já tinha sido convocado para a seleção colombiana e veio do Talleres, da Argentina. No entanto, sua adaptação ao futebol brasileiro não foi nada fácil. Mesmo jogando 14 partidas como titular até a Copa do Mundo, ele teve um desempenho irregular e foi substituído em 13 delas. Além disso, participou de mais cinco jogos entrando durante as partidas.
Enquanto isso, Jadson, que se juntou ao Athletico sem custos, mostrou um futebol sólido e se firmou como titular. Após o Mundial, a situação de Portilla piorou ainda mais. Ele foi titular apenas uma vez, participou de seis jogos e somou apenas 200 minutos em campo. No duelo mais recente, ele entrou no lugar de Luiz Gustavo aos 35 minutos do segundo tempo, o que pode indicar que ele terá uma chance de começar jogando contra o Grêmio.
Agora, o principal concorrente de Portilla pela posição é Felipinho. Ele começou como titular na derrota para o Palmeiras, mas não jogou na última rodada. A disputa entre os dois pode ser acirrada, e o jogo contra o Grêmio será uma boa oportunidade para ambos mostrarem seu valor.
Na comparação de desempenho, aqui estão alguns números para considerar. Neste ano, Portilla jogou 22 partidas e acumulou 1.211 minutos em campo, mas não marcou nenhum gol ou fez assistências. Já Felipinho jogou 19 vezes, com 495 minutos e duas assistências. O que se espera agora é que a ausência de Jadson permita que um dos dois se destaque e ajude o Athletico a conquistar um bom resultado no próximo desafio.