No último sábado, rolou uma disputa bem emocionante pelo terceiro lugar, onde a Inglaterra mostrou que veio para a festa. No primeiro tempo, os ingleses abriram uma vantagem impressionante de quatro gols. Apesar da França ter tentado uma reação na segunda etapa, a Inglaterra se manteve firme e garantiu a vitória histórica de 6 a 4. Diferente do jogo contra a Argentina nas semifinais, desta vez os ingleses conseguiram se controlar e brilharam em campo.
A grande final foi um espetáculo à parte. A Espanha dominou a Argentina de forma impressionante e saiu com o título de bicampeã mundial. O que chamou a atenção é que, durante todo o tempo regulamentar e até o gol na prorrogação, a seleção argentina não conseguiu dar nem um único chute a gol. Isso é algo totalmente inédito em uma decisão de Copa do Mundo! Mesmo com a posse de bola amplamente favorável aos espanhóis, eles acertaram poucas finalizações na meta do goleiro Dibu Martínez, que fez defesas incríveis.
Com Messi apagado e Enzo Fernández expulso, a Argentina se viu em uma situação complicada, precisando apenas se defender. A Espanha controlou o jogo e, mesmo após sofrer um gol durante a prorrogação, a Argentina tentou pressionar, mas sem sucesso. O gol da vitória veio com Ferran, que aproveitou um cabeceio de Williams após um cruzamento pela direita. Um detalhe curioso é que a Espanha teve um gol mal anulado antes, pois a falta foi cometida por um zagueiro argentino, mas o árbitro nem sequer consultou o VAR, o que gerou muita polêmica.
Além disso, as arbitragens durante a Copa deixaram a desejar em várias situações. Outro ponto que mudou a dinâmica dos jogos foi a introdução das paradas para hidratação, que muitas vezes acabaram prejudicando a equipe que estava melhor no jogo e resultaram em viradas inesperadas.
E não podemos esquecer da polêmica envolvendo a FIFA e seu presidente, Gianni Infantino. Ele seguiu a ordem do ex-presidente Donald Trump e retirou a punição por cartão vermelho de um jogador dos Estados Unidos. No entanto, mesmo com essa controversa decisão, os norte-americanos foram eliminados em campo.
Com a vitória da Espanha, o futebol coletivo e a organização tática brilharam, mostrando que, além de talento individual, o trabalho em equipe é fundamental.